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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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TJ-SP adia julgamento de ação penal que tem Cido Sério e mais dois como réus no 'Caso Avape'

O sindicalista Cido Sério (PT), prefeito afastado de Araçatuba - estão sentindo falta dele? -, tenta a todo custo se livrar de uma ação penal que corre em segredo no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), por mais problemas na contratação da Avape (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência) para a prestação de serviços ao município. O julgamento do caso foi adiado no último dia 14.


A ação, na esfera penal, é consequência de outros processos que o petista já responde e até mesmo já foi condenado em primeira instância, pela contratação milionária da Avape para atuar nas áreas de Saúde e Assistência Social de Araçatuba.


CIDO SÉRIO - AÇÃO PENAL


Cido Sério é réu na ação junto ao ex-secretário de Governo da Prefeitura, Márcio Chaves Pires, que foi "importado" de Mauá para a gestão municipal no primeiro mandato do petista. Também é alvo do processo o ex-presidente da Avape, Marcos Antônio Gonçalves.


No dia 31 de maio, a ação, que tem como relator no TJ-SP o desembargador Toloza Neto, foi incluída em pauta de julgamento da Corte. No entanto, teve sua apreciação adiada no dia 14 deste mês. Ainda não há previsão de agendamento para nova apreciação do caso.


As ações contra Cido Sério e demais envolvidos por conta da contratação da Avape são decorrentes de denúncias feitas ao Ministério Público de Araçatuba, onde tiveram início as investigações. Entre os denunciantes de eventuais irregularidades, estão o ex-vereador Marcelo Andorfato (PEN) e os atuais parlamentares Edna Flor (PPS) e Ermenegildo Nava (PP).


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