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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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Aterro
Técnicos da Fipe vêm a Araçatuba na terça-feira para explicar as vantagens sobre PPP para lixo
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Técnicos da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), instituição ligada à UsP (Universidade de São Paulo), estarão em Araçatuba na próxima terça-feira (26), para explicar a membros da administração municipal e a vereadores, as vantagens que o município teria com a adoção de uma PPP (Parceria Público-Privada) para a gestão de serviços relacionados ao lixo produzido na cidade, num período de médio a longo prazo.

A adoção de uma PPP já foi tentada pela Prefeitura, que enfrenta relacionados aos resíduos locais. No entanto, proposta enviada à Câmara foi rejeitada por vereadores que fazem oposição ao governo municipal. A vinda de técnicos da Fipe a Araçatuba tem como principal finalidade esclarecer dúvidas e vantagens na adoção da modalidade, que prevê a instituição de uma parceria entre a Prefeitura e uma empresa, para conduzir a gestão do lixo no futuro.

Uma nova proposta de PPP deve ser encaminhada à Câmara. Para isso, o governo municipal, que tem minoria de votos entre os vereadores da Casa, pretende explicar tudo que for possível na tentativa de viabilizar uma parceria do tipo até o meio do ano.

ATERRO SANITÁRIO - PPP

Na próxima terça-feira, os profissionais da fundação devem se reunir pela manhã com o prefeito Carlos Hernandes (PMDB) e, à tarde, com o presidente da Câmara, Cido Saraiva (PMDB), e demais parlamentares.

RESISTÊNCIA

O Política e Mais apurou que, após uma primeira rejeição, a adoção de uma PPP para o lixo já estaria sendo avaliada com menos resistência por grupos políticos e institucionais do município que, nos últimos anos, vêm travando uma guerra para impedir que o grupo Estre Ambiental instale um aterro sanitário no bairro rural da Prata, para receber lixo de pelo menos 31 cidades da região. Devido a decisões judiciais e implicações da empresa com a Justiça, na esfera federal, essa possibilidade se encontra cada vez mais remota de virar realidade.

Por conta disso, a proposta de PPP surge como uma solução viável. Principalmente, porque, agora, a administração municipal demonstra estar mais empenhada em prolongar a vida útil do atual aterro sanitário, em atividade desde 2003, e que está com sua capacidade para o recebimento de resíduos limitada.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Jorge Rozas, com base fatos ocorridos em outras cidades, a Prefeitura está vai tentar novamente, junto a órgãos técnicos da Aeronáutica, obter autorização para que o município possa utilizar uma área disponível ao lado do atual aterro, para sua ampliação.

A Aeronáutica já negou uma tentativa da administração municipal, alegando que a área para possível ampliação está dentro do limite de distância permitido para instalação de aterros, nas proximidades de aeroportos. No caso, o entendimento é de que o aterro local pode atrair aves, como urubus, que podem causar acidentes aéreos.

Rozas explica que, no novo pedido a ser feito à Aeronáutica, a Prefeitura pretende insistir que o aterro está distante do aeroporto Dario Guarita e que a implementação de programas e uso de novas tecnologias podem impedir a ação de aves para o depósito de resíduos. "Tudo isso também deve ser explicado por técnicos da Fipe no dia que eles vierem a Araçatuba", diz Rozas.
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