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Procuradores também não estariam 'marcando ponto' e sindicância gera 'mensagem cifrada'
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O ex-diretor diretor do Departamento Jurídico da Prefeitura de Araçatuba, Celso D'Alckmin Filho, demitido após fazer ataques à falecida esposa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em horário de expediente, quando ela se encontrava hospitalizada com quadro de AVC que resultou em sua morte, compartilhou nesta quinta-feira (02), em sua página no Facebook, uma reportagem publicada pela assessoria do vereador Arlindo Araújo (PPS), na qual ele pede a abertura de uma sindicância para investigar atos de procuradores municipais no episódio que terminou com a demissão da ex-secretária de Cultura Marly Garcia.

Coincidência ou não, o compartilhamento se deu no dia em que o Política e Mais recebeu informações de que, assim como outros servidores do primeiro escalão do governo municipal, advogados da Prefeitura não estariam registrando ponto, como determinou o prefeito Dilador Borges. A reportagem pediu explicações à Prefeitura, mas nada foi respondido.

Uma fonte da Prefeitura revelou ao Política e Mais que a proposta de Arlindo, pela instauração de uma sindicância para investigar se procuradores erraram no "Caso Marly", pode, fortemente, ser inviabilizada devido ao corporativismo existente na secretaria de Assuntos Jurídicos.

Arlindo, abertamente, acusou, com base em parecer do departamento jurídico da Câmara, referente a um pedido de CP (Comissão Processante) contra o prefeito Dilador Borges (PSDB), que dois procuradores, que têm o dever de fazer a correta defesa jurídica dos atos do governo municipal, induziram o chefe do Executivo a um erro, corrigido posteriormente, e o pior, sem autorização de seus superiores.

Se Dilador e seu time tiver consciência do problema lançado por Arlindo, determina o quanto antes que a sindicância por ele solicitada seja instaurada em executada à risca, como se determinam as regras para investigação de atos ilegais de servidores. De preferência, com total transparência para que não haja corporativismo protecionista.

Apesar de ter saído do jurídico municipal pouco tempo após ser nomeado, o advogado Celso D'Alckmin Filho, com seu compartilhamento, pode ter mandado algum recado "cifrado" para alguém. Sendo assim, deixar de investigar o que foi proposto por Arlindo pode ser prejudicial para Dilador. Uma omissão, neste caso, pode lhe custar caro.
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