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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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GERAL
PREPAREM-SE: Alegando cobrança de Tribunal por equilíbrio financeiro, gestão DILAFLOR estuda reajustar IPTU após 11 anos
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Após colocar em prática um programa de negociação de dívidas dos contribuintes de Araçatuba para com a Prefeitura, a administração DILAFLOR - esta aí, formada pelo cimenteiro Dilador Borges (PSDB) e pela defensora dos direitos humanos, da ética, da legalidade e da moralidade, Edna Flor (PPS) - já estuda a possibilidade de reajustar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) cobrado da população a partir do próximo ano.

Questionado sobre o assunto, o secretário de Fazenda da Prefeitura, Josué Cardoso, antes de dizer ao Política e Mais que não poderia falar sobre o assunto, perguntou, com espanto, quem havia passado tal informação ao site. "Infelizmente, ainda não posso responder isto para você", disse, sem saber que o indicativo de reajuste do IPTU foi dado pelo próprio prefeito.

Em entrevista a uma emissora de rádio comunitária há pouco de uma semana, o líder da gestão DILAFLOR disse: "IPTU desde 2006 não tem reajuste. E aí, como é que faz? O Tribunal de Contas está nos cobrando um equilíbrio fiscal. Se a sociedade não paga aquilo que precisa ser pago, né, então não tem. Não é culpa da sociedade, mas nós temos que fazer o equilíbrio fiscal para ir buscando. O Estado não tem dinheiro, não repassa. A União, muito menos, está quebrada por esses 12, 15 anos que está aí. Tudo isso que fez e que nós vimos aí", disse o chefe do Executivo.

O fato de, segundo o tucano, a Prefeitura não reajustar o IPTU há 11 anos, é o principal indicativo de que o governo DILAFLOR, diante de todo seu brilhantismo administrativo, quer sim elevar o imposto cobrada da população num período de plena crise, onde as famílias enfrentam dificuldades.

Com o programa de refinanciamento de dívidas de IPTU e ISSQN, o município atingiu um montante de R$ 38 milhões que começou a entrar nos cofres municipais e assim continuará entrando por até 20 meses de acordo com o limite máximo de parcelamento permitido no chamado Refis.

Foi uma grande oportunidade de os araçatubenses negociarem seus débitos. No entanto, vir com uma proposta de reajuste do IPTU logo em seguida, assim como vem sendo estudada, é o mesmo que "dar com uma mão e tirar com a outra".

Sendo sacramentada, resta saber como a Câmara agirá perante a população, uma vez que ela terá de aprovar esse reajuste. Lembrando que 2018 será um ano de eleições e do Legislativo deve partir candidatura a algum cargo de deputado. Assim como deve ocorrer com a "boa samaritana" Edna Flor, que já cisca de cá para lá numa pretensa articulação para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa no próximo ano.
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