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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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Prefeitura 'esconde' em Biblioteca japonês nomeado no lugar do filho, pré-candidato a vereador
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Quando a política brasileira passar a agir pela correção, simplesmente a partir da confirmação da imoralidade, certamente, teremos um País melhor. No entanto, enquanto isso não acontecer por estas bandas, seremos obrigados a conviver com calhordices, malandragens e espertezas que só levam a população a repugnar, cada vez mais, os políticos que têm à vista.


O Política e Mais volta a falar sobre um caso que, por mais que não possa ser punido judicialmente, só reforça que moral, na cidade onde vivemos, é o que menos vale. Após o "eterno" apadrinhado político Fábio Ishizawa (PMDB) deixar cargo comissionado na Prefeitura para concorrer a vereador e colocar em seu lugar o próprio pai, descobrimos que a malandragem, toda orquestrada por integrantes do governo municipal, vai muito além.


ISHIZAWA - LULA - PAI


Nomeado para o cargo de assessor de imprensa e cerimonial do gabinete do prefeito da cidade, o japonês Kenji Ishizawa, o senhorzinho que ganhou notoriedade em Araçatuba quando se descobriu que ele foi professor do enrolado ex-residente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto estudante do Senai, se sujeitou a afrontar ainda mais a moralidade local.


Além de nomeado para um cargo com o qual não se relaciona. Com função que não sabe exercer, senhor Kenji, cujo filho diz que pretende representar a respeitosa comunidade japonesa nas eleições deste ano, deixou-se esconder na Biblioteca Municipal para não ficar aos olhos da população em cargo com o qual não tem condições de corresponder.


Isso mesmo, o japonês, ex-professor de Lula, nomeado como assessor de imprensa, além de tudo, não cumpre as funções do cargo para o qual foi nomeado. Ele foi "escondido" na Biblioteca sob o argumento de que é professor e que, pelo fato de aquela repartição estar sem uma bibliotecária, poder ajudar os usuários do lugar.


É vergonhoso. E essa vergonha é confirmada pelo chefe de gabinete da Prefeitura, Valdivino Bittencourt Dias. Na última quarta-feira (20), ele disse ao Política e Mais que o japonês, que deveria ser assessor de imprensa, foi designado a atuar como bibliotecário. Como assim?


Com todo respeito, senhor Kenji deveria se envergonhar. Deveria ter muita vergonha. Se seu filho se deixa compactuar por uma malandragem escrota, ele tinha por obrigação ao menos respeitar o que seus ancestrais japoneses o ensinaram no que diz respeito à moral, à ética, à correção.


Mas ainda há tempo de se redimir até as eleições. Basta largar o cargo que ocupa. Basta ensinar preceitos decentes da cultura nipônica a seu filho, o pré-candidato. Basta ver que a decência, mesmo que tarde, ainda merece ser exaltada, antes do que nunca.


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