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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
Prefeitura de Araçatuba avisa que não tem dinheiro para pagar rescisões de 190 funcionários do IAS. E agora, Josué, Edna e Maria?
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Os 190 funcionários do IAS (Instituto Apoio Social), que prestam serviços nos programas sociais mantidos pela Prefeitura, não receberão suas rescisões trabalhistas assim que encerrar a parceria entre a entidade e a Prefeitura de Araçatuba. Nesta quinta-feira (15), os trabalhadores foram informados pela secretaria de Assistência Social que a Prefeitura não tem dinheiro - cerca de R$ 2 milhões - para pagar os acertos dos funcionários.

Em conversa com os trabalhadores, a secretária Maria Cristina Domingues, indicada para o cargo pela vice-prefeita e pré-candidata a deputada estadual Edna Flor (PPS), disse que, quem quiser receber os acertos trabalhistas, terá de esperar por três meses para, a partir daí, ver a cor do dinheiro em sete parcelas mensais. Quem não aceitar esta proposta, deve procurar a Justiça, como orientou a própria representante da administração municipal.

A informação, passada aos trabalhadores em reunião na sede do Sindicato dos Aposentados, sem o pudor característico da vice Edna Flor, principalmente nos discursos em que ela defende tanto a legalidade, a ética e a moralidade, causou revolta nos funcionários do IAS.

Alguns deles acreditam até que, a informação de que as rescisões não serão pagas dentro dos trâmites previstos em lei, seja uma forma de pressionar profissionais que deixarão de atuar no IAS para aceitar emprego no IVVH com salários abaixo dos que recebem hoje.

SEM PROVISIONAMENTO

Questionado sobre a informação de que os funcionários do IAS não terão suas rescisões pagas após o término da parceria com a Prefeitura, o secretário de Fazenda, Josué Cardoso de Lima, tentou amenizar a questão, dizendo que os pagamentos serão feitos, mas dentro das possibilidades do município.

Ele alega que, quando o IAS assinou contrato com a administração municipal, na gestão passada, não foi feito provisionamento de que a Prefeitura teria de arcar com as rescisões. Por isso, a Prefeitura, que desde o ano passado sabe do fim do contrato com a atual organização social, alega que ainda tem que juntar dinheiro para efetuar os pagamentos.
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