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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
Pareceres desaprovam contas de Pichitelli, Zanatta e Salatino
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A Justiça Eleitoral de Araçatuba começou a divulgar, nesta quarta-feira (09), pareceres sobre a prestação de contas dos candidatos que participaram das eleições deste ano. Pelo menos três vereadores eleitos para exercerem primeiro mandato já começaram mal, pois receberam indicações pela desaprovação de suas declarações de receitas e despesas e receitas durante o pleito.

Lucas Zanatta (PV), Flávio Salatino (PMDB) e Denilson Pichitelli (PSL) terão de justificar e corrigir erros apontados por técnicos da Justiça Eleitoral local, conforme pareceres assinados pelo diretor do cartório da 11ª Zona Eleitoral, Flávio Stipp Vaz.

Os três principiantes terão prazo de 72 horas para providenciar correções. Dos três, o caso de Salatino é o mais complicado. No geral, a Justiça eleitoral apontou doações no valor de R$ 750 de pessoas que não especificaram isso à Justiça Eleitoral. Há também inconsistência em uma doação de R$ 500 e o que pode ser mais preocupante: recursos próprios em dinheiro pertencente ao vereador eleito não integram o patrimônio declarado pelo candidato à Justiça Eleitoral.

No caso de Pichitelli, presidente do Sisema (Sindicato dos Servidores Municipais de Araçatuba), a Justiça Eleitora aponta omissões na declaração de despesas com base a quatro notas fiscais emitidas por uma gráfica que totalizam R$ 2.101,00.

Terceiro vereador estreante com parecer pela desaprovação de suas contas, Zanatta recebeu doações de pessoas físicas acima do valor permitido por lei, de R$ 1.064,10. No caso, em três ocasiões no mês de setembro, ele recebe, do próprio pai, o médico José Carlos Zanata, doações que totalizam
R$ 12 mil.


Os três vereadores terão de prestar explicações e correções. Depois disso, suas contas serão analisadas pelo Ministério Público Eleitoral, que emitirá pareceres ao juízo responsável pelo pleito em Araçatuba, que decidirá se cada caso é sanável, ao ponto de os eleitos poderem receber diplomas e serem empossados para os cargos na Câmara, ou se ficarão impedidos disso por infringirem as regras eleitorais.

OUTROS CASOS

Paralelamente aos eleitos que tiveram contas com pareceres pela desaprovação, outros sete parlamentares eleitos terão de corrigir suas prestações de contas também por problemas apontados por técnicos da Justiça Eleitoral. São eles: Cláudio Henrique da Silva (PMN), Cido Saraiva (PMDB), Arlindo Araújo (PPS), Beatriz Nogueira (REDE), Rivael Papinha (PSB) e Tieza (PSDB).

DILADOR TAMBÉM

Quem também terá de fazer correções em sua prestação de contas é o prefeito eleito Dilador Borges (PSDB). Conforme dados disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral), ele arrecadou durante o pleito R$ 840,1 mil e teve gastos da ordem de R$ 702 mil conforme o disponível até no site da Justiça Eleitoral até esta quarta-feira (09).

Apesar de não ter parecer desfavorável a suas contas, por ter sido intimado a prestar correções, consta no levantamento de técnicos da Justiça Eleitoral que Dilador realizou despesa antes de solicitar o registro de candidatura. Também tem doação feita por Dilador ao vereador candidato à reeleição, Arlindo Araújo, que constaram na prestação do tucano.

Também aparecem quatro notas referentes a despesas que, de acordo com a Justiça Eleitoral, teriam sido omitidas na prestação de contas do tucano. Ele também teve doações de pessoas físicas acima do limite permitido por lei. Por conta destes fatores, terá de providenciar correções.
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