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INVESTIGAÇÃO
Operação Homem de Ferro prende envolvidos em assalto à Protege
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Após nove meses de investigação, a Polícia Civil deflagrou, na madrugada desta quinta-feira (28), a Operação Homem de Ferro, para a prisão de criminosos especializados em roubos a empresas de valores que participaram do assalto à Protege, em outubro do ano passado, em Araçatuba. Cerca de 600 policiais civis e 150 viaturas participam da megaoperação para o cumprimento de 24 mandados de prisões temporárias e outros 147 de busca e apreensão.

A ação, que conta com o apoio do Helicóptero Pelicano da Polícia Civil, é realizada na região de Araçatuba, Presidente Prudente, Piracicaba, Rio Claro, São Paulo e Campinas, além de cidades do Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí e Minas Gerais, inclusive em penitenciárias.

As investigações tiveram início após o roubo à Protege, ocorrido na madrugada do dia 16 de outubro de 2017. Com arsenal de guerra e ações simultâneas, criminosos explodiram o prédio da empresa, que ficava no Bairro Santana, levaram R$ 10 milhões e atacaram o Comando da Polícia Militar de Araçatuba (CPI-10) com armas de fogo. O policial civil André Luís Ferro da Silva foi morto durante o assalto. O nome da operação, Homem de Ferro, é uma homenagem a ele.

Segundo a polícia, o bandido que matou o policial foi preso durante a operação, nesta quinta-feira, em São Paulo. Dois homens presos na região de Araçatuba foram levados ao plantão policial. 

EXPLOSÕES

Segundo a polícia, durante as investigações foi possível apurar como a organização criminosa planejou e executou o roubo em Araçatuba, que provocou pânico nos moradores da cidade. Casas próximas à Protege foram atingidas pela explosão e tiveram de ser interditadas.

Câmeras de segurança de um imóvel registraram a ação da quadrilha. Armados com fuzis e usando capacete, colete e máscara, os criminosos ameaçaram e receberam a tiros motoristas que passavam pelo local da ação.

Os bandidos incendiaram dois veículos para impedir a saída dos policiais militares do CPI-10, até então, localizado próximo à sede da empresa – após o assalto, a Protege transferiu suas instalações para o Bairro Industrial.

As imagens mostram, ainda, a troca de tiros entre os bandidos e a polícia. Parte da quadrilha foi até a sede da empresa de valores e explodiu o imóvel. Houve pelo menos quatro explosões, segundo os moradores. Os criminosos ficaram cerca de 40 minutos no local.

 


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