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OBRA NA POMPEU: Dilador pede R$ 8 milhões a presidente da Alesp. Ele poderia, mas não fez isso quando foi deputado
A gestão DILAFLOR - esta que está aí, formada pelo cimenteiro Dilador Borges (PSDB) e a defensora dos direitos humanos, da ética, da legalidade e da moralidade, Edna Flor (PPS) - aproveitou nesta segunda-feira (24) a visita do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris (PSDB), a Araçatuba, para pedir tudo aquilo que já poderia ter sido solicitado ao governo do estado mas não o fez quando o atual prefeito local esquentou cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo como deputado estadual suplente.

Em reunião com prefeitos da região e o deputado, Dilador e Edna solicitaram ao parlamentar ajuda para que o município obtenha R$ 8 milhões para serem empregados na até hoje falaciosa obra de prolongamento da avenida Joaquim Pompeu de Toledo até a rodovia Marechal Rondon (SP-300). Não bastasse, A dupla dinâmica ainda solicitou mais R$ 3 milhões para melhorias no asfalto da cidade e que o presidente da Alesp ajude o município a conseguir uma unidade do AME Cirúrgico, que vem sendo disputada a foice por gestores de Araçatuba, Birigui e Penápolis.

CUIDADO COM AS PROMESSAS

Quem lê nos jornais locais os pedidos feitos pelo governo DILAFLOR ao deputado estadual, em especial correligionários, aliados partidários, simpatizantes ou bajuladores da dupla Dilador e Edna, tende a sair pelas ruas da cidade propagando aquilo que ainda não existe e sequer sabemos se um dia irá existir.

Primeiro, porque Macris é apenas deputado e, por mais que comande a Alesp, não tem poderes suficientes para obrigar o governo a atender os pedidos feitos por Dilador e Edna. Na prática, tudo depende de uma pessoa: do governador Geraldo Alckmin, também tucano, que já teve na cidade por diversas vezes durante estes quase sete meses de mandato da dupla DILAFLOR e sequer sinalizou em atender a tudo que foi pedido ao parlamentar que esteve em Araçatuba nesta segunda-feira.



Vale lembrar que, com passagens pela Assembleia Legislativa na condição de deputado suplente, Dilador fez quase nada por Araçatuba. Tudo por conta de uma infantil reação do ex-prefeito Cido Sério (PT) durante uma visita do tucano logo que virou parlamentar. Na ocasião, o petista sequer cumprimentou o tucano que o esperava na Prefeitura para um "simples cafezinho de cordialidade".

ESTEVE LÁ, MAS NÃO FEZ

Situação que, na condição de deputado estadual, mesmo sendo de partidos inimigos, não impedia Dilador de fazer tais pedidos para o município se assim o quisesse. Não o fez, tendo em vista que nunca se anunciou o que agora está sendo pedido.

Por essas e outras, é prudente que o araçatubense não acredite muito em pedidos e muito menos em promessas muito grandiosas. No caso dos pedidos feitos por Dilador e Edna, só em dinheiro, o volume passa dos R$ 11 milhões. Para não se comprometer, Macris disse à dupla, à imprensa e quem mais lotou o gabinete da Prefeitura para ouvi-lo, que tais recursos podem ser obtidos por meio de empréstimo feito por uma agência de desenvolvimento do próprio governo paulista.

Ou seja. Não existe almoço grátis. Se é para se financiar, não há necessidade de alardes, pompas e circunstâncias, uma vez que, sendo confirmado os empréstimos para obra na Pompeu de Toledo e demais obras, o pagamento sairá do bolso da população.
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