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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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FAZER O BEM
O 'pepino' é grande e duro de descascar. E agora DILAFLOR?
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E agora DILAFLOR? Essa é a pergunta que todos os araçatubenses que dependem de serviços públicos de saúde e assistência social têm a fazer após a Justiça determinar, por força de liminar, que ele encerre contratos firmados com três OSs (Organizações Sociais) que vinham tocando tais serviços de forma terceirizada e que a prefeitura assuma as atividades.

Por quê perguntar a Dilador Borges (PSDB) e Edna Flor (PPS) se tudo que se reflete agora teve início em 2014, quando o então prefeito Cido Sério (PT) terceirizou serviços essenciais à população, julgados ilegais pela Vara da Fazenda Pública? Simples. Porque eles são os atuais gestores e a bomba estourou no atual governo. De pouco vai adiantar ficarem lamentando o que os outros fizeram, caçando bruxas do passado, se não quiserem também se complicar com o judiciário.

A assessoria jurídica de Dilador e Edna certamente irá orientá-los a recorrer da decisão, isso e aquilo - dá até medo de pensar no que pode vir por aí diante de fatos já registrados nos em só dois meses de governo. Se tiver juízo, farão o que a Justiça local mandou e ponto. Até porque, Ministério Público e Vara da Fazenda Pública, que, respectivamente, são responsáveis por três ações e a mesma quantidade de sentenças que determinam o rompimento de contratos com a Irmandade Santa Casa de Andradina; Associação das Senhoras Cristãs - Benedita Fernandes e IAS (Instituto de Apoio Social), tiveram motivos suficientes para pedir e fazer o que fizeram. Recorrer será espernear. E de esperneio o araçatubense já está cheio.

Em pouco dois meses e três dias de governo a dupla DILAFLOR leva o principal baque da atual administração e terá de mostrar a que veio. Durante a campanha eleitoral, Dilador e Edna diziam que levariam para a administração municipal a experiência do tucano como gestor de empresa privada. É a hora de mostrar o que sabe, se sabe e como sabe fazer.

De pronto, Dilador, que responde como prefeito, verá que não se trata de nada igual às suas empresas, onde tudo se resolve numa canetada. Para assumir os serviços de saúde e assistência social, ele terá de romper contratos, o que fará com que os serviços sofram perda de funcionários.

Assumindo a Prefeitura tudo que determinou a Justiça, muito provavelmente o município terá de contratar funcionários para que os serviços não fiquem capengas. E contratando, aumentará os gastos com folha de pagamento. Fator que prejudicará, muito provavelmente, a reposição de perdas salariais dos atuais funcionários. Principalmente, porque a perspectiva deste ano é de queda de arrecadação.

Em miúdos, o "pepino" e grande, duro de descascar, a faca para isso é pequena e a fome, no caso do judiciário, é grande. Até porque, para cada dia de descumprimento, a previsão das decisões proferidas pela Vara da Fazenda Pública é de multa diária de R$ 5 mil.

Não, DILAFLOR não vai navegar em céu de brigadeiro por um bom tempo. Podem apostar.
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