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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
Morte de Celso Giglio faria Araçatuba ter deputado estadual titular até 2019. Não fará. Primeiro suplente, Dilador não quer o cargo
A morte do deputado estadual Celso Giglio (PSDB), nesta terça-feira (11), poderia dar a Araçatuba e região um novo deputado efetivo na Assembleia Legislativa de São Paulo: o prefeito tucano Dilador Borges (PSDB), que exerce mandato há seis meses, após ser eleito em outubro de 2016 para governar a maior cidade do extremo Noroeste do Estado.

Atual primeiro suplente da coligação pela qual foi eleito, devido ao fato de João Caramez (PSDB) ter assumido cadeira na Assembleia anteriormente -- era o primeiro da lista, conforme mostra o site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) -- Dilador poderia vir a assumir cadeira de titular na Assembleia. No entanto, ao tomar posse como prefeito de Araçatuba, ele renunciou à possibilidade de se tornar deputado estadual.

Dilador teve pelo menos três oportunidades de assumir cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo, sempre na condição de suplente, tendo que devolver o cargo no retorno do mandatário ao posto. Desta vez, seria diferente. Ele seria convocado a assumir vaga no Legislativo estadual e ficaria no posto, mesmo não sendo reeleito no próximo ano, até março de 2019, que é quando tomarão posse os próximos parlamentares eleitos.

Como renunciou, Dilador não vai e quem deve ocupar a vaga é Gilson de Souza (DEM). A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que, mesmo se não tivesse renunciado à possibilidade, não aceitaria a chance de virar deputado para representar toda uma região e não apenas governar uma cidade cheia de problemas.

Desta forma, o tucano continua no comando da Prefeitura, sem um pingo de chance de passar o comando da cidade, pelo menos nesse momento, a sua vice, Edna Flor (PPS), que, por sua vez, não sentirá o gosto de governar Araçatuba, na atual circunstância.

Certamente, Dilador, que disputou duas eleições para deputado estadual, tem seus motivos para seguir como prefeito. Vai fiar com a opção de deixar o cavalo arriado passar batido. Pode ser que não tenha nova oportunidade, principalmente se levado em consideração o fato de as urnas, muitas vezes, castigarem aqueles que nelas tanto confiam.
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