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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
CGU
Investigações da CGU sobre o Estaleiro Rio Tietê, em Araçatuba, indicam superfaturamento de 44%
Alvo da operação Lava Jato esta semana, com a apreensão de documentos e computadores em sua sede, o ERT (Estaleiro Rio Tietê) também é algo de uma apuração da CGU (Controladoria-Geral da União) no que diz respeito a possível superfaturamento em sua contratação, pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, para a construção de 20 comboios de empurradores e barcaças, para o transporte de etanol, ao custo de R$ 432 milhões.

Publicação no final da tarde desta sexta-feira (18), o site O Antagonista, indica que o ERT, ainda em atividade em Araçatuba, pode ter sido contratado com superfaturamento de até 44% do calor ideal. Mais que isso, a CGU também investiga o possível pagamento de vantagens - PROPINA - a grupos empresariais, políticos e agentes públicos envolvidos no caso.

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Diz O Antagonista: "Em recente pedido de prorrogação da investigação contra Renan Calheiros, o delegado Thiago Delabary alegou ser inviável analisar as centenas de contratos firmados por Sérgio Machado no comando da Transpetro a fim de 'identificar alguma estranheza'. O Antagonista já sabe que Delabary recebeu da CGU relatório de auditoria do contrato de R$ 432 milhões para construção e fretamento de 20 comboios de transporte de combustível para a Transpetro. No documento, os auditores apontam diversas irregularidades, como suspeita de superfaturamento de até 44% e pagamento de propina a agentes públicos".

Confirmados os indícios da CGU, destacados por sua Secretaria Federal de Controle Interno, Araçatuba deve ganhar ainda mais evidência no noticiário nacional. Vale lembrar que 32 empresas, pessoas e instituições governamentais são alvo de uma ação do MPF (Ministério Público Federal), que pede a condenação dos envolvidos no caso por fraudes e ilegalidades cometidas na contratação do ERT.

Esta ação foi ajuizada no final de 2014. Já em novembro deste ano, o Mesmo MPF ajuizou nova ação contra a atual presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por responsabilidades na mesma contratação, uma vez que ela se deu quando uma era ministra e o outro comandava o País. São dois processos correlatos, porém distintos.

Entre os 32 arrolados no processo do MPF, constam sete pessoas de Araçatuba, todas elas que possuem ou já possuiram algum vínculo com a Prefeitura, a própria administração municipal e o chefe do Executivo, Cido Sérito (PT).

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