ARAÇATUBA | 12 NOVEMBRO
| 22:9|
POLÍCIA E JUSTIÇA
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TRAGÉDIA FAMILIAR
Homem que matou própria esposa tem morte cerebral; órgãos serão doados
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A Santa Casa de Araçatuba confirmou, em nota distribuída à imprensa às 17h05 desta segunda-feira (05), a morte cerebral do atleta e professor de futebol Max Alberto Martins da Silva, 35 anos, que na noite do último sábado matou a própria esposa com um disparo de arma de fogo na testa e em seguida atirou contra a própria cabeça.

De acordo com o comunicado da Santa Casa, a morte cerebral foi confirmada às 15h21, quando se encerrou protocolo de constatação de morte encefálica do paciente, iniciada às 8h30 desta segunda-feira. A família de Max foi informada sobre o resultado dos exames realizados e, após explicações passadas pela Comissão Intra-Hospitalar de Transplantes de Órgãos do hospital, concordou em autorizar a captação para doação.

A Central Nacional de Transplantes já foi comunicada sobre a situação do paciente, que continua com batimento cardíaco por conta de aparelhos nele conectados, e deve se manifestar nesta terça-feira (06), com base nos exames feitos no doador, sobre quais órgãos devem ser captados em Araçatuba e transplantados em pacientes de outras localidades.

CRIME EM FAMÍLIA

Max Alberto atentou contra a própria vida, com um tiro na cabeça, após disparar contra a esposa, a servidora pública municipal Danielle Batista Martins Silva, 25 anos, por volta das 23h de sábado (03), na residência do casal, localizada no fundo de uma loja de telefonia, na Rua Alexandre Salomão, Vila Passarelli, em Andradina. A loja é da mãe de Danielle. Ela mora em frente ao local do crime, e foi quem chamou a polícia e o Corpo de Bombeiros, após ouvir os disparos.

O casal foi levado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e depois encaminhado à UTI da Santa Casa de Andradina. Danielle morreu no início da manhã de domingo, enquanto Max foi transferido para a Santa Casa de Araçatuba.

Ainda não se sabe o que motivou o crime, que está sendo investigado pela Polícia Civil de Andradina. A arma usada por Max, um revólver Taurus calibre 32, foi apreendida pela Polícia Militar.

Danielle trabalhava no setor de compras da Prefeitura. Max, além de professor de uma escolinha de futebol infantil, trabalhava na loja da sogra. Considerado um bom atleta de futebol de salão, conquistou vários títulos em campeonatos realizados em Andradina e região. O casal tinha três filhos.


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