ARAÇATUBA | 12 NOVEMBRO
| 23:2|
CIDADES
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CULTO AOS ANTEPASSADOS
Exposição no Cemitério da Saudade ensina a montar árvore genealógica
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Uma exposição realizada no Cemitério da Saudade, nesta sexta-feira (2), Dia de Finados, ensina o público a iniciar a sua árvore genealógica. O evento, que vai até as 17h30, no Cemitério da Saudade, é promovido pelo Centro de História da Família, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (IJCSUD).

Na exposição “Minha Árvore Genealógica”, que acontece na sede administrativa da necrópole, o público poderá ver brasões, álbuns de fotografia, folhetos explicativos e a chamada técnica gráfico de linhagem.

“Vamos ensinar o público, de maneira lúdica, a fazer a sua própria árvore genealógica de forma virtual”, afirma o pesquisador pernambucano e diretor de assuntos públicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Nefi Vanderley De Aguiar.

FAMÍLIAS SÃO ETERNAS

O bispo Emerson Cristofan explica que a IJCSUD acredita que as famílias são eternas, por isso incentiva as pessoas a buscarem seus antepassados. “Desde 1894 a igreja documenta os cartórios do mundo todo. São mais de 3,5 bihões de documentos digitalizados com mais de 6 bilhões de nomes”, afirma.

Ele afirma que todos estes nomes podem ser acessados através do site Family Search (www.familysearch.org), sociedade responsável pela digitalização de dados de antepassados em todo o mundo. No evento deste Finados, no Cemitério da Saudade, as pessoas poderão ter acesso a estes dados, fazer suas pesquisas e dar o pontapé para iniciar a sua árvore genealógica e promover a história das famílias.

Em Araçatuba, também foi feito um trabalho de digitalização de dados. Mais de cem mil nomes foram digitalizados e estão sendo colocados no Family Search.

O pesquisador pernambucano explica que, além de dados pessoais, como nome completo, local, data de nascimento e falecimento, nome do cônjuge e filhos, a história familiar deve ter, ainda, características pessoais, realizações, desafios enfrentados ao longo da vida, registros fotográficos e audiovisuais e relatos de pessoas.

A ideia é resgatar o maior conjunto de dados de cada ente falecido para que as gerações conheçam quem foram os seus antepassados e o legado que eles nos deixaram.

PESQUISA E CIDADANIA

O bispo Emerson Crisfofan lembra que o Centro História da Família oferece, ao público em geral, atendimento com orientação de monitores para pesquisa de antepassados, inclusive de outros continentes, para que as pessoas aprendam a iniciar as suas árvores genealógicas e possam, inclusive, requerer a cidadania dos países de seus antepassados. O Centro da História da Família fica na Rua Marconi, 66. Mais informações pelo (18) 981877373, com o bispo Cristofan.

“Através da árvore genealógica, é possível remontar as histórias das famílias aos séculos anteriores. Há casos de se chegar ao século 12, com histórias de reis, rainhas e principados de diferentes continentes”, afirma Aguiar. Ele disse que isso é possível graças à grande rede de pesquisadores em todo o mundo e aos dados acumulados no Family Search ao longo dos anos.

VISITAS

No Cemitério da Saudade, os túmulos que, geralmente, são mais visitados no feriado de Finados são o da criança Laila Ganani, que morreu, em 1935; o do padre Osvaldo Lima, falecido em 23/03/1994 e o do Monsenhor Vitor Ribeiro Mazzei, que morreu em 07/09/1960.

O cemitério da saudade é referência porque tem sepultadas pessoas que fazem parte da história de Araçatuba, como João Arruda Brasil, Joaquim Dibo, Marcos Cardassi, João Laluci, João Jorge Rezek, Alfredo Garildi, Marcos Manfrinati, Caram Rezek, Antônio de Freitas Menezes e Waldir Felizola de Moraes, dentre outros.

 


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