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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
Em operação, PF faz busca na casa do araçatubense Carlos Gabas em Brasília; ele é alvo de apuração
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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (23), uma nova fase da Operação Lava Jato, denominada Custo Brasil e que apura o pagamento de propina proveniente de contratos de prestação de serviços de informática que movimentaram um total de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015.

Um dos algos da operação é o ex-ministro da Previdência e Aviação Civil, o araçatubense Carlos Eduardo Gabas. Contra ele, há um mandado de condução coercitiva para prestação de depoimentos. Inicialmente, chegou a ser noticiado que ele teria sido levado para prestar depoimento em uma unidade da PF no Distrito Federal. Isso não ocorreu. A oitiva do ex-ministro ainda será agendada.

Gabas teria em seu favor uma medida cautelar, o que teria impedido sua condução até a PF. De acordo com o site O Antagonista, dois carros da PF chegaram às 6h em sua casa no Lago Norte, em Brasília, para o cumprimento de investigação.

GABAS - OPERAÇÃO

A operação de hoje é um desdobramento da Operação Pixuleco II, aquela que foi fatiada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e enviada para São Paulo. A Polícia Federal cumpre 11 mandados de prisão preventiva, 40 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de condução coercitiva em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.

O ex-ministro Paulo Bernardo, que comandou as pastas de Planejamento e Comunicação nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, foi preso. Segundo a PF, 70% dos valores em investigação eram repassados a pessoas ligadas a funcionários públicos ou agentes públicos com influência no Ministério do Planejamento por meio de contratos fictícios ou simulados.

CARLOS GABAS - BRASÍLIA

Os alvos estão sendo acusados de tráfico de influência, corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. No caso de Gabas, ele já havia tido o nome envolvido em apurações da PF durante a prisão do ex-vereador petista de Americana, Alexandre Romano, o "Chambinho", no início do ano.

De acordo com o Jornal Folha de São Paulo, na época, o nome do araçatubense Gabas aparecia com influência nas indicações para a Petros, fundo de pensões da Petrobras. O ex-vereador Chambinho disse que esses indicados "sabiam da necessidade do PT em arrecadar".
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