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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
Dilador diz que não assumirá reposições atrasadas de servidores

Acompanhado da equipe que compõem a secretaria municipal da Fazenda, o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges (PSDB), compareceu à Câmara na noite desta quarta-feira (22) para participar da audiência pública obrigatória de prestação de contas referente às arrecadações e despesas do município no último quadrimestre de 2016. Falou pouco sobre a questão, uma vez que se tratava do final da gestão de Cido sério (PT).


No entanto, o atual chefe do Executivo foi questionado pelos únicos quatro vereadores que compareceram à audiência - Rivael Papinha (PSB), Cido Saraiva (PMDB) e Denilson Pichitelli (PSL) - sobre promessas contidas em seu plano de governo e expectativas criadas tanto para a população como para os servidores municipais.


Questionado pelo diretor do Sisema (Sindicato dos Servidores Municipais de Araçatuba), João Marin, sobre reposição salarial da categoria, Dilador disse que vai se empenhar para cumprir a data-base em dia, no aso com correção salarial a partir de 1º de maio. No entanto, o tucano jogou um balde de água fria na expectativa de trabalhadores que tem reajustes em atraso a receber.



"Não tenho meias palavras. Não posso assumir compromissos de administrações anteriores", afirmou. De acordo com o Sisema, além de 13,.9 que os trabalhadores não recebem desde a gestão do já falecido prefeito Jorge Maluly Netto, o ex-prefeito Cido Sério não fez a correção correspondente ao ano de 2015.


Marin chegou a questionar o secretário de Fazenda, Josué Cardoso, de que hoje o gasto municipal com folha de pagamento corresponde a 45% da receita municipal, podendo, por lei, chegar prudencialmente até a 51%. O representante do governo disse que uma coisa é ter uma margem para reajustes salariais e outra é ter o dinheiro. O que não ocorreria no momento com o governo municipal.


No geral, a prestação de contas serviu para mostrar que, no decorrer de 2016, a arrecadação municipal caiu do primeiro para o terceiro quadrimestre: de R$ 180,9 milhões para R$ 140 milhões. Em análise dos números, o prefeito Dilador previu que, para este ano, a arrecadação no último quadrimestre deve ser ainda mais inferior à do primeiro, devido à situação econômica do país.


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