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SAÚDE PÚBLICA
Casos de gripe aumentam e Andradina confirma 3ª morte por H1N1 em 2018
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O município de Andradina confirmou, na tarde desta quarta-feira (20), a terceira morte por gripe H1N1 em 2018. A cidade, que já havia confirmado um óbito, no início deste mês, informou que outros dois pacientes morreram por causa da doença, uma mulher de 58 anos, portadora de doença crônica, e um idoso de 73 anos. 

Andradina tem, até agora, sete casos de gripe confirmados, liderando o número de ocorrências da doença na região, que já acumula 14 casos em 2018. A cidade aguarda ainda o resultado dos exames de outros seis pacientes com suspeita de terem contraído o vírus Influenza, que transmite a gripe H1N1. Os outros casos confirmados na região são em Araçatuba (1); Penápolis (1). Mirandópolis (5) e Andradina (7).

A principal preocupação, segundo a Vigilância Epidemiológica de Andradina, é com as crianças e as gestantes, que estão com baixa cobertura vacinal, de 61,56% e 54,73%, respectivamente. 

Por causa disso, a Vigilância está realizando vacinação das crianças nas creches e EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil) da cidade.  No caso das gestantes, os agentes de saúde estão fazendo a busca ativa das mulheres grávidas e agendando a vacinação nas residências.

No geral, a cobertura vacinal em Andradina é de 83,72%, sendo que entre os idosos 82,36% foram imunizados. A campanha de vacinação contra a gripe vai até esta sexta-feira (22).

Devem ser vacinadas todas as crianças com idade entre seis meses de idade até cinco anos, gestantes, idosos, puérperas (mães que tiveram bebês nos últimos 45 dias), professores, trabalhadores da saúde e pacientes portadores de doenças crônicas.

Em Mirandópolis, a Departamento de Saúde iniciou nesta quarta-feira a vacinação nas creches da cidade, já que a cobertura vacinal entre as crianças é de apenas 27% - a meta era vacinar 1.120 crianças e, até ontem, haviam sido vacinadas 378. No entanto, para imunizá-las nas escolas é preciso da autorização dos pais.

SINTOMAS

A orientação da Vigilância Epidemiológica é que as pessoas procurem as Unidades Básicas de Saúde o mais rápido possível em caso de sintomas da doença.

Os sintomas da H1N1 são febre alta e repentina (acima de 38°), dor de garganta, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações, coriza, tosse e falta de apetite. O paciente pode ter ainda diarreia e vômito.

É importante ficar atento aos sinais de agravamento da doença, como respiração rápida e curta, sonolência e persistência ou aumento da febre por três dias ou mais.


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