ARAÇATUBA | 15 NOVEMBRO
| 17:6 | 22° MIN 31°MAX |
Pancadas de Chuva - Fonte: CPTEC/INPE
ECONOMIA E AGRONEGÓCIO
Anunciante
ELES PARAM O PAÍS
Caminhoneiros cobram governo e ameaçam iniciar nova greve em 10 dias
Anunciante

Em pleno período eleitoral, caminhoneiros de todo o País pressionam o governo federal para o cumprimento da lei  nº 13.703, de oito de agosto deste ano, que instituiu a política nacional de pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas, sob pena de uma nova paralisação da categoria, por tempo indeterminado, a partir do dia dez deste mês. Na região de Araçatuba, motoristas de caminhão participam da mobilização e trocam informações por meio de grupos de whatsapp.

A lei federal fixou novos valores dos fretes do transporte rodoviário, uma das principais reivindicações dos caminhoneiros durante a greve da categoria, em maio deste ano. No entanto, segundo eles, a lei não vem sendo cumprida pelas empresas, causando prejuízos à categoria que, desde esta sexta-feira (31), passou a pagar até 14% a mais pelo litro do óleo diesel, com o fim do congelamento dos preços do combustível.

Em comunicado ao governo federal, a União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC – Brasil) chama a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de incompetente e pede a destituição da diretoria da entidade. “Pedimos providências a fim de que a população brasileira não sofra os danos de uma nova paralisação por conta da incompetência da diretoria da ANTT”, diz o comunicado da UDC – Brasil, datado de 30 de agosto de 2018.

Outra reivindicação é a fiscalização efetiva do cumprimento da lei que estabeleceu a nova tabela de fretes, por meio de parcerias entre as Secretarias da Fazenda de todos os Estados brasileiros e a Polícia Rodoviária Federal e Estadual, além da ampla divulgação dos pontos de fiscalização.

“A falta de fiscalização e atitudes práticas por parte do órgão fiscalizador têm trazido enormes prejuízos aos caminhoneiros autônomos do Brasil, o desrespeito descarado das empresas transportadoras que não estão obedecendo à lei 13.703 e ainda sim fazendo escárnio à categoria tão sofrida, que se sente desamparada diante da situação”, afirma a categoria, no comunicado.

Os caminhoneiros querem, ainda, uma cadeira permanente de um representante dos caminhoneiros por Estado no Conselho Executivo, Operacional e de Administração dentro da ANTT, no setor de transporte rodoviário de cargas.

Em maio deste ano, caminhoneiros pararam o transporte de cargas em todo o País durante 11 dias. A mobilização causou prejuízos na indústria, comércio e no transporte. 

LEIA ABAIXO O COMUNICAÇÃO DISTRIBUÍDO POR ASSOCIAÇÃO:


Anunciante
O Araçatuba e Região não se responsabiliza pelas notícias de terceiros.
Entre em contato através do telefone ou whatsapp a seguir e saiba como anunciar aqui
(18) 99774 5888
Copyright © 2018 Política e Mais. Todos os direitos reservados.