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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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CÂMARA DA VERGONHA: Justiça põe por terra falatório inútil de vereadores na defesa do 'Caso Marly Garcia'
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A decisão da Vara da Fazenda Pública, de revogar parcelamento de uma dívida superior a R$ 64 mil da ex-secretária de Cultura, Marly Garcia, demonstra que Araçatuba não tem apenas um "Palácio do Riso". Tem também uma "Câmara da Vergonha". A mais recente decisão da Justiça só comprova que o Legislativo local é formado, se não na totalidade, em sua grande maioria, por vereadores que só pensam em defender os próprios interesses.

Isso foi claramente demonstrado quando, por duas vezes, com argumentos frágeis, arquivaram duas propostas de CP (Comissão Processante) para apurar os meandros das amarrações que levaram à nomeação de Marly para o posto de secretária de Cultura. Vergonhosamente, o Legislativo mostra que fiscalizar não é sua praia. O negócio da Casa é bajular.

O Política e Mais bate incisivamente na questão com respaldo na decisão da Justiça. Em 13 de fevereiro, quando enterrou uma primeira proposta de CP contra o prefeito Dilador Borges, por indícios de irregularidade na contratação de Marly, alguns discursos ficaram marcados. Em especial, dos novatos Lucas Zanatta (PV), que se mostra perdido na vereança com dois meses e meio de mandato; o de Almir Fernandes Lima (PSDB), o homem que iria tirar a lona de circo que cobria a Câmara e garantiu como toda "sabedoria" que tudo havia sido feito dentro da mais pura legalidade; e o de Alceu Batista (PV), ex-presidente lo9al da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que minimizou a questão defendendo a tese de que os ares desaparecidos não passavam de sucata.

A decisão da Justiça, proferida nesta segunda-feira, envergonha também o departamento jurídico da Câmara. Em três pedidos de CP, o órgão se manifestou todas as vezes pelo não recebimento de nenhum dos casos. Lembrando quem, comissão processante, nem sempre, significa condenação ou punição expressa aos gestores municipais.

Que os ilustres parlamentares tenham um pouco mais de brio para enfrentar as questões e representar a população como ela merece. Afinal, eles não foram eleitos apenas para criar leis medíocres, apresentar milhares de indicações para tapa-buracos ou podas de árvores nem para ter cargos comissionados aos montes no governo municipal, em troca de defesas, como se vê pela decisão judicial, inconsistentes de atos do governo, seja ele qual for.

VEJA ÍNTEGRA DA DECISÃO:

REVOGAÇÃO - ACORDO MARLY GARCIA
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