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Araçatuba
As mensagens de Gabas com o chefe da OAS e Araçatuba, por tabela, de novo na operação Lava Jato
"Não estou na Lava Jato, não tenho nada a ver com a OAS nem com nenhuma construtora". Essa foi a principal declaração do araçatubense Carlos Eduardo Gabas, atual secretário especial do Ministério da Previdência, sobre informação relacionada à operação da Polícia Federal, que ganhou o noticiário nesta quinta-feira (14).

De fato, Gabas pode mesmo não estar na Lava Jato. No entanto, o que a população de Araçatuba mais tem se acostuma a ver, num curto prazo de tempo, é o nome da cidade envolto à operação que tem escancarado a corrupção que tanto impregna as entranhas da política brasileira.

No final de 2015, a Lava Jato bateu à porta de Araçatuba para levar, do ERT (Estaleiro Rio Tietê), computadores e documentos que podem provar indícios de fraudes e ilegalidades em contratação de R$ 432 milhões feitas pela Transpetro, para o transporte de etanol pelo rio Tietê. Nessa questão, dez pessoas e entidades governamentais do município são parte em ação com 32 réus, ajuizada no final de 2014 pelo Ministério Público Federal.

GABAS - OAS LAVA JATO

A nova aparição de Araçatuba na Lava Jato, mesmo que indiretamente, por ser terra de um de seus "filhos" mais famosos na política nacional, coloca o petista Carlos Gabas em troca de mensagens de celular com José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS.

Informações obtidas pela Polícia Federal indicam que o ex-ministro intermediou negócios da empreiteira com o governo do Distrito Federal em 2014, época em que era comandado por Agnelo Queiroz (PT). Mais, as apurações mostram que ex-ministro trocou mensagens desde junho de 2012 com pessoas vinculadas a empresas do grupo OAS.

É tipo de notícia que põe pulgas atrás da orelha dos araçatubenses, uma vez que, bem em 2012, o prefeito de Araçatuba, Cido Sério, que também é do PT, assinou contrato concedendo os serviços de água e esgoto geridos pelo antigo Daea justamente à OAS, um dos grupos empresariais mais envolvidos com a Lava Jato, que, no final do ano passado, para se livrar de dívidas, repassou a concessão para uma empresa da Coreia do Sul.

Em nenhuma investigação sobre a relação de Gabas e a OAS, pelo menos até o momento, aparece Araçatuba de forma que não seja apenas a terra de origem do ex-ministro. Ainda assim, é de se ficar atento, uma vez que a cada semana a Lava Jato tem um novo desdobramento.

Até onde se sabe, a relação de Gabas com a OAS teve como finalidade apenas ajudar o governo do Distrito Federal, onde integrou um conselho de administração. Ele admite ser autor das mensagens e disse que conheceu Léo Pinheiro no aniversário de um amigo em comum.fake red sole heels knockoff christian louboutin christian louboutin boots imitation
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