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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
Araçatubense Gabas é acusado de levar propina de 5% em esquema de corrupção alvo da PF e MPF
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Quem assistiu ao Jornal Nacional, da Rede Globo, na noite desta quinta-feira (23), ficou um tanto quanto espantado com a evidência dada ao araçatubense Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência e da Aviação Civil, no esquema de corrução que tinha como alvo empréstimo consignado feito por servidores públicos federais e pensionista.

O informativo foi claro em dizer que Gabas, conforme acusam Polícia Federal e Ministério Público Federal, ficaria com 5% dos valores destinados para propina em esquema que tinha como executora a empresa Consist. Um percentual elevado, tendo-se em vista que teriam sido desviados cerca de R$ 100 milhões.

Gabas, na defesa dos seus direitos, nega qualquer participação no esquema e ainda desafia quem o acusa a provar sua participação em eventual corrupção. Ele foi colocado à baila pelo ex-vereador Alexandre Romano, o Chambinho, de Americana, um dos operadores do PT no esquema.

GABAS6     BSB  DF  NACIONAL  20/02/2015  ESPECIAL PARA EDICAO DE DOMINGO Entrevista com o ministro da Previdencia Social, Carlos Eduardo Gabas, na sala de reunioes do MPS, em Brasilia.  Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADAO

Certo o errado, fato é que o araçatubense terá trabalho para se explicar. Profissional um tanto quanto conceituado no setor de previdência, ele é hoje apontado - mesmo que não tenha transparecido isso até então -, como um dos "homens fortes" na cúpula do PT.

ANTAGONISTA

Quem também noticiou o percentual que seria destinado a Gabas no esquema de empréstimo consignado foi o site O Antagonista. "Segundo o MPF, Carlos Gabas receberia 5% de propina do contrato da CONSIST no Ministério do Planejamento. O acerto foi feito com o secretário Duvanier Paiva Pereira, já falecido", diz o informativo.

Posteriormente, "a proposta teria sofrido interferência de João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT), que teria entendido que o valor não deveria ser destinado a Gabas, mas sim ao PT". Ainda segundo o MPF, Gabas "teria pedido valores novamente em 2015, após o fim do repasse dos pagamentos da Consist à Jamp".

JÁ ESPERAVA

O presidente do PT em Araçatuba, Fernando Zar, disse ao política e mais que Gabas já esperava por uma investida da Polícia Federal e MP (Ministério Público Federal) uma vez que já havia tido o nome envolvido em denúncias há pouco tempo.
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