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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
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POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO
'DESCOMUNICAÇÃO': Secretaria continua a sonegar informações da Prefeitura e responsável MENTE sobre respostas a pedidos
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Como já era esperado, a 'SECRETARIA DA DESCOMUNICAÇÃO', do governo DILAFLOR - este aí formado pelo cimenteiro Dilador Borges (PSDB) e a defensora dos direitos humanos Edna Flor (PPS), ficou mais um dia sem responder a questionamentos sobre fatos relacionados à administração municipal pelo Política e Mais.

Diante da omissão da pasta, o Política e Mais, a partir de agora, vai publicar diariamente os questionamentos feitos ao setor de comunicação da Prefeitura, mas que sabe Deus por ordem de quem, só responde a quem lhe interessa. Situação que leva o site a classificar a pasta como 'SECRETARIA DA DESCOMUNICAÇÃO'.

Comandada por um pecuarista, MANOEL AFONSO FILHO, especialista em bois e vacas, a referida repartição municipal, que é custeada com o dinheiro de todo cidadão que paga seus impostos em dia, tem pelo menos quatro jornalistas e uma coleção de estagiários e mirins para atender aos veículos de comunicação da cidade. Privilégio que só alguns tem.

Diante da insistência em não responder, na manhã desta terça-feira (28), o Política e Mais entrou em contato com o secretário Manoel Afonso Filho e ele GARANTIU que os questionamentos seriam respondidos. MENTIU. SONEGOU AS INFORMAÇÕES SOLICITADAS. Fez o mesmo que a administração municipal praticou com relação às fraldas geriátricas, conforme denunciado pelo jornal Folha da Região na sexta-feira (24).

O Política e Mais cobrou de Manoel Afonso Filho respostas a questionamentos feitos na segunda-feira (27) e aproveitou para enviar novas perguntas nesta terça (28), justamente sobre a questão das fraldas e de medicamentos escondidos no almoxarifado da secretaria de Saúde.

PRIMEIRO, OUÇA O QUE O SECRETÁRIO AFIRMOU SOBRE OS QUESTIONAMENTOS:

[audio mp3="http://politicaemais.com.br/wp-content/uploads/2017/03/MANOEL-AFONSO-SECRETÁRIO-DE-COMUNICAÇÃO.mp3"][/audio]

AGORA, SAIBA O QUE O POLÍTICA E MAIS PERGUNTOU:

Dia 27 de Março de 2017, segunda-feira:

Prezada assessoria,
Tenho alguns questionamentos a fazer sobre questões relacionadas ao governo:

1 - Procede a informação de que a vice-prefeita Edna Flor foi submetida recentemente a um procedimento cirúrgico? O que aconteceu? É coisa simples, média, grave? Como pessoa pública, sendo procedente a informação, ela deve dizer do que se trata para não gerar especulações.

2 - Quando a Prefeitura vai responder se o ouvidor da Sosp, Joel de Melo, o Platibanda, que é concessionário de ponto de táxi no município, está nomeado de forma legal? Essa pergunta foi feita há mais de semana.

3 - A Prefeitura vai instaurar procedimento para apurar o vazamento de informações a respeito do estoque de remédios e fraldas no almoxarifado da Saúde?

4 - Sobre isso, por qual motivo, na sexta-feira, a administração municipal não informou de forma generalizada a negativa do prefeito Dilador, sobre possível ordem para o almoxarifado não ser esvaziado?

5 - A Prefeitura, pelo que a Folha da Região Publicou na sua edição de ábado (25), diz que medicamentos e fraldas são de compras recentes. Por qual motivo o ítem fralda geriátrica NÃO APARECE EM NENHUMA DE TRÊS LICITAÇÕES ABERTAS PELO MUNICÍPIO? Duas delas, para remédios de rede e medicamentos de ordens judiciais, e uma para compra de material hospitalar?

Sem mais, aguardo resposta.

Dia 28 de março de 2017, terça-feira:

Prezada assessoria,

O jornal Folha da Região noticia em sua edição desta terça-feira, que o município começou a distribuir fraldas geriátricas que, segundo o próprio informativo, até a semana passada estavam estocadas no almoxarifado da secretaria de Saúde sem que fossem entregues à população necessitada.

Diz a reportagem que se trata de uma compra feita por meio de ata de registro de preços de 2016. E que a compra foi feita no dia 9 de Fevereiro, com empenhos financeiros enviados às empresas no dia 22 de Fevereiro e que as fraldas foram entregues no almoxarifado no dia 13 de Março.
Sendo assim, gostaria de saber:

1 - Qual o número do processo licitatório usado para a compra das referidas fraldas? Em que data a licitação teve abertura de propostas e foi homologada? e Até quando esta mesma ata de registro de preços tem validade?

2 - Qual o número do empenho de pagamento feito pelo município? A qual empresa? Com qual valor? E referente à aquisição de quantas fraldas e de quais tamanhos?

3 - Se as fraldas foram entregues no almoxarifado, por qual motivo não foram distribuídas de imediato à Farmácia Municipal e UBSs? Qual a razão de se deixar um produto de necessidade e que ameniza o sofrimento de pacientes estocado por duas semanas?

4 - Na reportagem, pacientes e o município dizem que as fraldas não eram compradas desde outubro de 2016. Assumindo a atual administração em 1º de janeiro de 2017, sabendo da necessidade e da falta de fraldas para atender à população, porque o atual governo não determinou a compra imediata, nem que em quantidades menores que o habitual, para resolver o problema? Porque deixou os usuários sofrendo por mais de 2 meses e meio, sendo que neste período a atual administração fez questão de divulgar na empresa valores economizados com cortes de benefícios a servidores e até mesmo em telefonia?

5 - Na sexta-feira, dia 24, a Folha da Região também denunciou o estoque de remédios do Almoxarifado da Saúde. Por qual motivo não foram distribuídos às unidades de saúde? Quando serão? Por qual razão o governo não tomou nenhuma providência se sabia da falta de medicamentos, fato que levou o prefeito Dilador Borges a publicar vídeo no Facebook criticando o travamento de licitações que, talvez, nem se relacionam com os remédios mostrados na reportagem?

6 - A Prefeitura reconhece que, em algum momento, errou na gestão do abastecimento da Farmácia Municipal e as de UBSs, uma vez que foram mostrados remédios e fraldas em estoques?

Sem mais, aguardo resposta.
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